O Programa de Pós-graduação da ECA/USP inaugurou recentemente sua nova página, com novo design e arquitetura de informação mais inteligente. Há boas surpresas ali, mas nenhuma supera o livro Informação e contemporaneide: perspectivas, organizado pelas professoras Marilda Lopes Ginez de Lara, Asa Fujino e Daisy Pires Noronha, publicado pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCIECA). A obra oferece uma amostra muito interessante do que os docentes estão desenvolvendo como pesquisa e traz debates extremamente atuais sobre a configuração do campo da Ciência da Informação. E sabe o que …
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Recentemente, vagando pela vasta rede, encontrei um texto muito interessante publicado no blog La république des livres, assinado pelo escritor e jornalista francês Pierre Assouline. O texto intitula-se Les bookaholics ne sont plus anonymes. Apaixonado que sou, desde sempre, por livros, identifiquei-me imediatamente e quis trazer o texto para este espaço. A minha condição de leitor sem relevo da língua francesa permitiu-me ler o texto, mas não traduzi-lo. Esbocei a ‘traição’ e solicitei a ajuda de meus amigos Lourdes Camelo (de quem já falei em alguns posts …
O título do post de hoje vem de uma frase que aparece no mural de uma biblioteca escolar de Nova York: readers are leaders. Numa tradução literal seria algo como ‘leitores são líderes’ ou “leitores são vencedores’, se quisermos preservar a sonoridade das palavras. O vídeo abaixo, publicado pelo jornal americano The New York Times, fala sobre sobre o bibliotecário do século XXI. O que podemos esperar deste profissional? Associar uma profissão cujo métier refere-se ao tratamento, organização e disseminação da informação com a palavra ‘futuro’, em qualquer …
Volto aqui a um assunto que já abordei em outra ocasião, num texto bem curto e igualmente despretensioso: o livro eletrônico. Consumista (corrigível, diga-se de passagem) que sou, tenho sonhado com um leitor digital. Devo parecer herético para muita gente. Sei que algumas pessoas não gostam da ideia e consideram absurda a mera suposição; mas o argumento básico dos que não aprovam o inocente equipamento é orientado, basicamente, pelo (rompimento do) princípio do prazer inerente à leitura e fazem, dessa forma, ressoar a boa e velha querela a respeito …
Recentemente uma amiga me fez essa pergunta, assim, da forma mais natural possível. Considerando-se que sou bibliotecário, deveria saber responder-lhe prontamente. Neste momento minhas leituras incluíam o instigante A conturbada história das bibliotecas (veja trechos), do também bibliotecário Mattew Battles, e A construção do livro, de Emanuel Araújo, além de alguns artigos relacionados coma organização da informação e do conhecimento, estes últimos como suporte para a tese que desenvolvo sobre ontologias.
Meu desejo inicial foi despejar sobre minha interlocutora tudo o que minha pobre cabeça conseguiu acumular sobre o assunto naqueles …
BACCA, Murtha (Ed.). Introduction to metadata. 2.ed. Los Angeles: Getty Research Institute, 2008.
Disponível para download em pdf, este livro oferece uma introdução geral sobre metadados e explica alguns conceitos relacionados, além de abordar aspectos referentes ao uso de metadados na construção de recursos digitais. São cinco capítulos, organizados assim:
No primeiro capítulo, Setting the stage, algo como “preparando o cenário”, numa tradução livre, Anne Gilliland trata do metadado de forma geral, suas formas, funções e características. Aborda também a tendência atual de criação de metadados pelos próprios usuários, como as folksonomias.
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